Com algum trabalho, esforço e cuidado desenvolvi uma nova capacidade. É uma coisa que qualquer um pode fazer, mas eu duvidava muito, na verdade eu acho que eu não acreditava mesmo.
Eu agora falo com o coração.
Ele tem uma voz bonita, um hálito de alfazema, uma vontade de abraçar o mundo com as suas palavras e é de uma capacidade de entrega impressionante.
Alinhada, ancorada, afinada. Agora ouço, falo e sinto com esse mesmo órgão, multiplicando o amor nas sutilezas que lhe são peculiares.
Afinal, o coração é leve, assim como a vida também deve ser.
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
tem que confiar
Aprendi que a vida não se coloca embaixo do tapete para depois dar uma espiada, porque as tramas do tecido não a seguram para o depois. Aprendi também que o depois não existe, que o que se faz, faz agora, sente agora, vive agora.
A construção não pára nunca. E é no agora.
Aprendi também que tem que confiar para construir, para viver o agora.
E que o tapete não esconde nada, mas pode ganhar a exata forma que se quer para se esparramar em cima dele...
A construção não pára nunca. E é no agora.
Aprendi também que tem que confiar para construir, para viver o agora.
E que o tapete não esconde nada, mas pode ganhar a exata forma que se quer para se esparramar em cima dele...
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
A parte que me cabe neste latifúndio
Uma casa no meio de uma floresta linda, toda de vidro.
Um amor que une duas pessoas e que tem como resultado, no concreto, a construção dessa casa.
De vidro, com cheirinho de mato e de amor.
Antes: ouvir uma história dessas e achar um encanto, mas impossível, surreal, possível só no "mundo dos outros".
Agora: sentir como uma coisa possível, cheirosa, linda e real. Não tem mais abismo, não tem mais "mundo dos outros", tem sim o meu mundo crescendo tanto dentro de mim à ponto de caber no exato espaço desse mundo todo.
Um amor que une duas pessoas e que tem como resultado, no concreto, a construção dessa casa.
De vidro, com cheirinho de mato e de amor.
Antes: ouvir uma história dessas e achar um encanto, mas impossível, surreal, possível só no "mundo dos outros".
Agora: sentir como uma coisa possível, cheirosa, linda e real. Não tem mais abismo, não tem mais "mundo dos outros", tem sim o meu mundo crescendo tanto dentro de mim à ponto de caber no exato espaço desse mundo todo.
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
um jeito, sem jeito.
Você não cabe em minha vida, apesar dela ter o seu formato.
(...)
O encontro com as idiossincrasias da vida faz com que a vida mesma se amplie, ganhe outra amplitude e se faça notar não como algo que tem um formato, mas sim, como algo que se faz para além de qualquer formato.
A forma não existe mais porque a fôrma também não. Sua fôrma não cabe mais na minha forma. Minha forma não é mais a sua.
(...)
O jeito do meu jeito.
A forma do meu jeito.
O seu jeito com o meu jeito.
Um jeito meio sem jeito.
(...)
O encontro com as idiossincrasias da vida faz com que a vida mesma se amplie, ganhe outra amplitude e se faça notar não como algo que tem um formato, mas sim, como algo que se faz para além de qualquer formato.
A forma não existe mais porque a fôrma também não. Sua fôrma não cabe mais na minha forma. Minha forma não é mais a sua.
(...)
O jeito do meu jeito.
A forma do meu jeito.
O seu jeito com o meu jeito.
Um jeito meio sem jeito.
quinta-feira, 4 de julho de 2013
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Desconstrução
Daquilo que fui.
Daquilo que sou.
Daquilo que quero.
Daquilo que vejo.
Daquilo que sinto.
Daquilo que se faz.
Daquilo de que sou feita.
Daquela.
Daquilo que sou.
Daquilo que quero.
Daquilo que vejo.
Daquilo que sinto.
Daquilo que se faz.
Daquilo de que sou feita.
Daquela.
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